Maior competição de clubes do Brasil, a Superliga 24/25 chegou ao fim de sua segunda rodada neste sábado (2/11). Desde o início da competição, estão sendo realizadas reuniões semanais de avaliação e monitoramento. Ao final de cada rodada, se reúnem o Departamento Técnico da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), sua Comissão de Arbitragem (COBRAV), a Coordenação do Sistema de Desafio e o Serviço de Estatística da competição. Nessas discussões, são avaliados fatos ocorridos nos jogos e analisadas medidas para solucionar problemas e reduzir riscos futuros.
Nesta edição da Superliga, a CBV disponibilizou novos recursos tecnológicos para o Sistema de Desafio, além de súmulas eletrônicas e estatística em tempo real. Essas inovações, integradas, vão garantir uma competição ainda mais justa e nivelada às melhores ligas internacionais de voleibol, na geração de informações e monitoramento de desempenho.
“A CBV monitora cada partida da Superliga em tempo real. E segue realizando ajustes e melhorias, especialmente nesta fase inicial da competição. É um trabalho constante, com a participação fundamental dos clubes, das Federações, da arbitragem e de todos os demais segmentos envolvidos. É uma competição que envolve 24 equipes, de 18 cidades, disputando mais de 300 jogos em 30 ginásios com condições estruturais e técnicas diversas. Também existe uma complexa logística de circulação de pessoas e equipamentos, que requer controle e planejamento”, explica Jorge Bichara, diretor técnico da CBV.
A súmula eletrônica, parceria com a empresa polonesa VolleyStation e operada pelos estatísticos da CBV, teve resultado muito positivo, agilizando o trabalho de delegados e árbitros. O acompanhamento ponto a ponto das partidas, disponibilizado no site da CBV, permitiu gerar, em tempo real, as estatísticas de cada partida.
Em relação ao sistema de desafios, até a segunda rodada da Superliga, foram registrados 143 pedidos de desafios. Desses, 107 (75%) confirmaram a decisão da arbitragem. Os desafios tiveram um tempo de apuração médio de 55 segundos, sendo o mais longo em 3m31, e o mais rápido, em 14 segundos. Apenas 28 definições de lances superaram 1 minuto de duração, por causa de exigências técnicas de análise ou questões operacionais. A CBV considera como tempo adequado o intervalo entre 30 e 45 segundos, e trabalha para que todas as análises estejam dentro deste cenário. A média de desafios solicitados está entre 6 e 7 por jogo, porém em um dos jogos, chegou a 12. Neste caso, por exemplo, apenas 1 desses pedidos reverteu a decisão da arbitragem.
A CBV disponibilizou o Sistema de Desafio em todas as partidas. Em dois jogos, mesmo com o equipamento montado no ginásio, não foi possível sua utilização. Nos 24 jogos, foram detectados problemas de superaquecimento de quatro servidores, avarias em seis cabos e, em algumas partidas, oscilações na internet que não permitiram que o sistema se mantivesse estável e operacional. “Temos 13 kits de desafios em operação, que circulam pelos ginásios para atender jogos quase diários. Em alguns momentos, esse deslocamento pode também comprometer alguns componentes. Com a chegada este mês de mais seis kits comprados pela CBV na Alemanha, a redução logística vai trazer mais estabilidade nas operações. Temos muito trabalho pela frente. Com essas reuniões, entendemos os problemas e buscamos correções e aprimoramentos”, explica Jorge Bichara.
Em pauta nas reuniões semanais também está o trabalho da arbitragem de quadra e de vídeo e situações específicas das partidas, sempre com o objetivo de encontrar caminhos para facilitar a tomada de decisão ágil em lances duvidosos. Uma das decisões tomadas, é que não será mais apresentado no telão o termo “não julgável” em lances nos quais, por problemas de qualquer natureza, o sistema de desafio não apresente uma posição definitiva. Nesses casos, aparecerá a mensagem “lance inconclusivo – segue decisão da arbitragem”. Assim, ficará claro que, diante de qualquer impedimento técnico, a decisão da arbitragem prevalece, tornando a conclusão do caso mais dinâmica.
“A integração com a arbitragem está sendo fundamental. Como nesse caso, CBV e a COBRAV continuarão trabalhando para que os jogos se tornem mais ágeis. O objetivo é gerar maior interesse e bem-estar ao público que assiste de forma remota ou nos ginásios, sem obviamente comprometer a qualidade técnica da partida. Tivemos alguns sets que poderiam ter sido mais rápidos. Mas Sada Cruzeiro x Minas, por exemplo, foi um jogo longo, porém dinâmico em sua condução e nos desafios. Também foi discutido o lance específico do jogo Sesi x São José, e a decisão da arbitragem foi considerada correta pela COBRAV e pela CBV”, explica Bichara
Até o fim da segunda rodada, o tempo médio de duração dos jogos do masculino foi de 2h34min. A partida mais longa teve 3h46min e a mais curta, 1h30min. No feminino, a duração média foi de 2h06min, sendo a partida mais longa com 3h01min, e a mais curta, com 1h26. Os horários de início dos confrontos durante a semana (18h/21h e 18h30/21h30) são uma solicitação dos clubes, por conta da logística local de deslocamento de público, e considerando o intervalo de três horas entre as transmissões de TV.
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