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Assistente técnico da seleção faz avaliação no CDV

Olhar de um expert

7 de dezembro de 2017

Marcelo Fronckowiak avalia jogadores da Taça Sami

(Divulgação/CBV)

Garotos de até 16 anos das oito seleções participantes da Taça Sami Mehlinsky – Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná – têm mais do que a oportunidade de disputar uma competição de nível nacional no Centro de Desenvolvimento de Voleibol (CDV), em Saquarema (RJ). Esses 96 atletas podem, ainda, ter a chance de ser identificados pelo assistente técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, Marcelo Fronckowiak, para um trabalho de avaliação.

O objetivo da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) é detectar atletas cada vez mais jovens. Atualmente, os treinamentos das seleções começam a partir da categoria infanto-juvenil, para atletas sub-18 no feminino e sub-19 no masculino. Desta vez, Fronckowiak, que atua ao lado de Renan Dal Zotto na seleção adulta, tem como meta identificar 20 novos talentos desta categoria sub-16, que serão mapeados a partir de agora. 

“Não trabalho diretamente com a base, mas venho trabalhando com equipes mais jovens nos últimos anos e, por isso, acho que houve uma coerência na escolha pelo meu nome para fazer essa avaliação”, comentou Fronckowiak, que foi escolhido por Renan, que também é o coordenador técnico das categorias masculinas.

“Está sendo uma ótima oportunidade. Tenho conversado com os técnicos e mesmo com os garotos e é fato que, para a idade, o nível que estou vendo aqui é muito bom. Dado a precocidade da idade, tenho visto coisas boas. Dá para ver uma estrutura muito interessante em relação a como as equipes jogam e isso mostra que esses garotos estão com um início de trabalho bem feito pelos professores e técnicos”, afirmou Marcelo Fronckowiak.

A gerente de seleções da CBV, Júlia Silva, explica a meta da entidade com este trabalho que vem sendo realizado desde o primeiro dia da Taça Sami Mehlinsky, na última segunda-feira (04.12) e vai até a próxima sexta (08.12). 

“Vamos selecionar os 20 melhores das oito equipes que estão na disputa da Taça Sami e depois fazer um laboratório de duas semanas com eles no final de janeiro, aqui mesmo no CDV. O intuito é mapear esses garotos para fazer um acompanhamento para futuras convocações. Precisamos descobrir esses atletas mais cedo e vamos usar as duas Taças, que teoricamente são as oito melhores federações do país, como uma espécie de peneira”, disse Júlia. 

O mesmo trabalho será realizado na Taça Potengi Lucena, que acontece no naipe feminino, neste ano de 12 a 16 deste mês, em Araxá (MG). 

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